"Enfim uma campanha sem público, sem mensagem e sem cliente"


Postado em 07/05/2015 por Conteúdo e Cia

A internet e sua cauda longa nos mostrou que hoje nenhum diretor de criação pode mais se dar ao luxo de afirmar com todas as letras que sua campanha é "matadora"!

Pode utilizar a melhor dupla de criação, fazer a pesquisa que for, mas a verdade é que tudo depende de como as pessoas vão perceber sua mensagem.

E nem sempre o resultado que a gente imagina, acontece. Na maioria das vezes a percepção é bem diferente da mensagem.

Você já reparou quantas campanhas foram um tremendo fracasso simplesmente porque "alguém achou que iria funcionar"?

Reparou que uma das formas de minimizar erros é entender por qual lente as pessoas estão interpretando a campanha?

Reparou que essa lente nada mais é que o imaginário de cada um que vem a tona quando exposto a uma mensagem?

Reparou que a comunicação nada mais é que o despertar de algo que já está dentro das pessoas?

Reparou que as pessoas tendem a se identificar com seus condicionamentos apesar de não percebê-los?

Reparou que sua credibilidade despenca quando você se comunica na 1ª pessoa do singular?

Reparou que quando você coloca sua mensagem na boca de outra pessoa, ela tende a ganhar maior credibilidade?

Reparou que uma única palavra mal colocada pode por a perder toda a mensagem?

Reparou que o maior pecado de uma mensagem são seus excessos de linguagem?

Reparou como as pessoas gostam de coerência, continuidade?

Reparou como o "mood" atual pede linguagem mais informal, próxima, intima, "sem terno e gravata", "brother"?

Reparou que a boa comunicação é coisa de profissionais?

Reparou que quando você pensa que está tudo certo com sua mensagem você pode estar redondamente enganado?

Reparou que uma campanha mal interpretada, um texto mal colocado, um post fora de tom é difícil consertar?

Reparou que a "bola da vez" é a humildade, vulnerabilidade, valores humanos?

Reparou que as pessoas se identificam com seus iguais?

Reparou que as pessoas se projetam em seu aspiracional?

Reparou que as pessoas não gostam de perder tempo interpretando uma campanha?

Reparou quanta coisa você deve reparar para que as pessoas reparem em você do jeito que você quer que elas reparem?

Ou você prefere falar para o espelho?
 

Este ótimo texto foi publicado pelo Adnews e é de Luiz Buono.

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